As Cunhãs habitam um território onde arte, natureza e consciência se encontram. São manifestações simbólicas da própria Terra — seres que nascem do encontro entre a fauna, a flora e a força criadora do feminino.
Ao percorrer estas páginas, o leitor é levado a refletir sobre o lugar que ocupa na grande teia da existência e sobre o distanciamento que a humanidade vem construindo em relação à natureza. Em um tempo marcado pela velocidade, pelo consumo e pela ilusão da separação, a obra propõe um reencontro com a Terra como origem, casa e destino comum.


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